O que mudou na vida dos vencedores do Prêmio Brasil Criativo 2014?




Conheça algumas histórias que enchem a Economia Criativa brasileira de orgulho:

Com a chegada da segunda edição do Prêmio Brasil Criativo é natural que as iniciativas de Economia Criativa de todo o Brasil fiquem ligadas. Afinal, em dezembro de 2014, quando o prêmio foi entregue pela primeira vez, 22 empreendedores de diversas categorias encorajadas a seguirem o seu caminho de desenvolvimento com um reconhecimento amplo, educação e apoio financeiro.

Em 2016, serão mais 22 projetos serão selecionados e contemplados. Mas qual é o impacto real que isso representa? Conversamos com alguns dos vencedores da primeira edição com o objetivo de entender de que forma o Prêmio Brasil Criativo contribui para a trajetória dessas pessoas e suas ideias.

Zona de Desconforto

A ProDeaf Móvel é um aplicativo de celular criado em 2011 como projeto de curso acadêmico. Para que se tenha noção da inventividade do grupo sócios de Recife, Pernambuco, eles criaram um app que interpreta sentenças do português para a língua de sinais brasileira por meio de um avatar 3D. O que os inspirou foi o convívio com um colega de sala de aula surdo. O app recebeu o prêmio na categoria Mídias Digitais.

“Isso nos tirou da zona de conforto porque tínhamos em mente o intuito de ter um negócio que se sustentasse com as próprias pernas e tivesse pacto e impacto social”, afirmou o CEO da ProDeaf, Flávio Almeida. Quase 900 mil downloads do app já foram feitos e de dois anos para cá a receita vem crescendo mais de 100% ao ano.

Conforme o presidente da empresa, receber o prêmio foi importante porque os colocou em evidência no mercado, uma vez que marcas de renome apoiam e observam o evento. “O título nos serviu também como chancela de qualidade e nos aproximou de colaboradores e clientes”. Em 2015, a …[+]

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