Casa TPM 2016 | Ser mulher em 2016: um papo com Taís Araújo, Djamila Ribeiro e Viviane Mosé




Celebrando sua quinta edição e discutindo o que significa ser mulher em 2016, a Casa TPM aconteceu no último final de semana de julho (30 e 31) e ideafixa estava presente para prestigiar o momento.

Em em um fim de semana cheio de sol, mulheres engajadas puderam assistir e participar de debates sobre os padrões impostos ao feminino na sociedade atual, prestigiando o parecer de filósofas, atrizes, cientistas sociais, jornalistas e outras mulheres empoderadas sobre questões que rompem clichês e preconceitos a cerca do nosso gênero.

Fernando Luna, diretor editorial da TPM, fez questão de abrir o sábado nos lembrando que há pouco tempo atrás, mulheres não podiam entrar em um clube de cavaleiros, mesmo local onde aconteceu o evento, no Nacional Club.

Os três pilares da primeira mesa discutiram principalmente o racismo e o direito da mulher sobre o próprio corpo.

A atriz, Taís Araujo, a filósofa e psicanalista, Viviane Mosé e a atual secretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos de São Paulo, Djamila Ribeiro foram as protagonistas de abertura do evento, começando a conversa com a questão: Ser mulher em 2016, o que mudou?

Muito se falou sobre o papel das mídias digitais e seu reflexo na discussão sobre o feminismo e a forma com que cada vez mais mulheres entendem seu poder e papel em uma luta histórica sobre reconhecimento social, político e livre de amarras.

No papo que tivemos com Djamila, ela declarou que as redes sociais são importantes para a amplificação do discurso feminista. “A gente encontrou um espaço onde a gente pode falar. Encontramos um espaço importante de militância e protagonismo e a nossa voz passou a ser mais ouvida a partir disso.”

Você se considera Feminista?

Apesar de Mosé ressaltar a importância da relação dos seres humanos como um todo, Djamila ressalta o nome Feminismo dizendo “Sim, eu …[+]

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